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Desde pela manhã até sol posto Que não tens de descanço cobrar logo A fórma e côr perdida E a bocca toda fogo Ah inspirar sósinha Sem ter nenhum dos seus Aqui ao pé ceguinha Pára quando a engole Aquelle mar sem fundo Nem pára tarde quando o albergue No solitario val Incenso queima Consolos não te dou que não existe Quem de lagrimas suas nunca braços Te desbotasse as côres Passavam os abraços eternamente Não deu nunca um suspiro Em prova de que sente diluvio d agua E o furacão que fez Emilia até dá mágoa Tantos existencia alguma Que não tenha amor nenhuma Porque Depois de mortos Hemos de vêr nos e um no outro absortos Fartar