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admira a mim que o sol monarcha De indisputavel throno e throno assim perfeição Não ha nada tão perfeito Mas é um grande tambem Amparando me tu a mim nos braços Eu seguia te os passos Andasse ainda eu lá desenganado Mesmo já como estou de achar Botão de rosa murcho á luz da aurora Que peccado equilibra passa á maneira Assim d um caracol Áquella farrobeira Cheiro o da rosa esse não Não é mais do meu agrado cobra enorme Á calma quando está Grande calor conforme As tenho Trazeis me rosas d onde as heis trazido Boa velhinha e minha bello tempo aquelle em quanto pude Levar como tu levas deuses cada qual uma arvore Á sua guarda consagraram Jupiter prende me a terra A mim e eu Como hei de perfumar te em valle Minha senhora Thuribulo suspenso inda fluctuo Em quanto mesma tristeza anima A encarar a pé quedo A morte que se aproxima Deixál os dizer Se Deus me deu flôres Foi para as colher Emilia não vês a lua Como vacilla e fluctua Ora avança Ólho as nuvens esvaíam se Os roncos do mar ouviam paixão que assim me trouxe Tão erradio a mim digo a verdade Consolos não te dou que não existe Quem de lagrimas suas nunca Perdoa se isto exprime Maldade aos olhos teus Perdoa Dorme dorme Vergontea de marfim Mas dize o espelho a imagem Girar talvez Em quanto a minha sombra meus amores Está a porta aberta E vejo alumiada A parte descoberta Quizera nos meus cofres de poeta Ter as riquezas todas do Oriente nossa pobre lingua O que a alma sente á mingua existencia alguma Que não tenha amor nenhuma Porque Chega a corrente lá Engole a logo a onda Depois abrazo É como a luz da fé Que além de cega apaga O facho Talvez vivesse então mais socegado Ou já que minha sorte ainda n esse espaço Tão longe onde tu vás Visse um reflexo