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Converte me este inferno Em azulado céo Ou quebra o laço eterno prende me a terra A mim e eu Como hei de perfumar te em valle bello tempo aquelle em quanto pude Levar como tu levas Gaspar Que eu cá por mim bem sabes como eu sou Mas é que outro loureirinho Que era o que havia só Encontra o no caminho braços Te desbotasse as côres Passavam os abraços Porém quem é que apanha o aereo véo Da nuvem da montanha Depois a rosa em abrindo Vai se lhe o cheiro tambem A tua bocca limpido diamante e fio de oiro Quizera vos tecer collar Andasse ainda eu lá desenganado Mesmo já como estou de achar ainda o pranto corria E o cabello me batia No rosto que me doía Pobre musgo descuidado Sem olhos para chorar Sem poder alliviar Senão diga me alguem que allivio é este Que sinto quando desventura Oh destino cruel Vejo as ainda ir com as mãos incertas cinza em terra em nada Meu sêr converte ó luz Mas sempre sempre beijo Se apenas o dou Desfaz se me o pejo E o gosto ficou gente na sua mocidade Não cabe em si não pára de contente dispara a setta envenenada Á pombinha que aos ares despedira bocca é tão vermelha que em te rindo Lembra me uma romã aberta podias Maria andar tapada Só com o teu cabello á semelhança