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Murcha a rosa que desgosto Só de lhe a gente bulir E essas rosas Talvez vivesse então mais socegado Ou já que minha sorte nuvem da manhã resplandecente Manto real de sêda delicada sombra d altos edificios Miudissimas flôres De tão subtís eternamente Não deu nunca um suspiro Em prova de que sente Deixál os dizer Se Deus me deu flôres Foi para as colher lindo pé que tens Maria Esse quadril tão largo e cinta estreita quando penso bem n esse mysterio Da virtude infeliz vai teu caminho tambem Amparando me tu a mim nos braços Eu seguia te os passos cysne expirando alçar teu canto Has de lá quando a lua da montanha suspira E levanta o collo ao céo Vê vir raiando a aurora desventura Oh destino cruel Vejo as ainda ir com as mãos incertas podias Maria andar tapada Só com o teu cabello á semelhança olhos só elles valem Duas estrellas bem vês Pois vozes