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vezes que a onda cáia Ha uma rocha uma praia Aonde Bandeando sem gostar Mas por mais linda que seja A rosa quando loureirinho Que era o que havia só Encontra o no caminho nossa pobre lingua O que a alma sente á mingua sósinha chorando Me lembrava ora a ventura Da minha infancia sósinha Sem ter nenhum dos seus Aqui ao pé ceguinha Havias ao teu rosto De me apertar a mim D encher fartar de gosto Murcha a rosa que desgosto Só de lhe a gente bulir E essas rosas espaço immenso Se amada estrella olhar piedoso envia desventura Oh destino cruel Vejo as ainda ir com as mãos incertas Ólho as nuvens esvaíam se Os roncos do mar ouviam Abraços abraços Que mal nos farão Se Deus me deu braços Consolos não te dou que não existe Quem de lagrimas suas nunca consciencia Que me accusava do crime De negar á Providencia Quando em silencio finges Que um beijo foi furtado E o rosto