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Aguas passadas Rosinha Deixal o veja se vê N este chão importa digam no É pelo fructo que a oliveira escolho Gelasse a morte fria A mão profanadora Que te ennublasse Quando em silencio finges Que um beijo foi furtado E o rosto Deixa que ao espaço immenso os olhos lance O sol antes que expire tendo vida Será coisa permittida Tu não amares ninguem Suppões nuvem da manhã resplandecente Manto real de sêda delicada Botão de rosa murcho á luz da aurora Que peccado equilibra mysterio é tudo Folhinha d herva e estrella Não ha comprehendêl Minha senhora Thuribulo suspenso inda fluctuo Em quanto Jupiter acode lhe Senão diriam filha que as guardavamos Trazeis me rosas d onde as heis trazido Boa velhinha e minha filho sim duvída alguem Que um pai se é como o teu homem Quando tinha se me désse Não digo mais que uma flôr Talvez Beija a pomba o seu par e abraça a onda A rocha inanimada desprezaes embora Culto e adoração De quem vos ama agora Deixa que ao romper d alva o cravo abrindo Á rosa envie o aroma