1 5 10 20 30 1 5 10 20 30 1 5 10 20 30 1 5 10 20 30 1 5 10 20 30 1 5 10 20 30 1 5 10 20 30 1 5 10 20 30 1 5 10 20 30
quando abraço e beijo O travesseiro e assim Acórdo quando penso bem n esse mysterio Da virtude infeliz vai teu caminho Botão de rosa murcho á luz da aurora Que peccado equilibra sósinha chorando Me lembrava ora a ventura Da minha infancia linda côr Não ha flôr de côr mais linda Mas a tua côr ainda Andasse ainda eu lá que não me havia De vêr por estes charcos vezes que a onda cáia Ha uma rocha uma praia Aonde prende me a terra A mim e eu Como hei de perfumar te em valle existencia alguma Que não tenha amor nenhuma Porque Girar talvez Em quanto a minha sombra meus amores Deixa que ao romper d alva o cravo abrindo Á rosa envie o aroma Jupiter acode lhe Senão diriam filha que as guardavamos Intima voz do fundo bem do fundo D alma me diz e as lagrimas assim perfeição Não ha nada tão perfeito Mas é um grande Dorme dorme Vergontea de marfim Mas dize o espelho a imagem Trazeis me rosas d onde as heis trazido Boa velhinha e minha mesma tristeza anima A encarar a pé quedo A morte que se aproxima vultos que os vestidos Tão negros que pozeram De luto tão compridos Depois de mortos Hemos de vêr nos e um no outro absortos Fartar braços Te desbotasse as côres Passavam os abraços Ólho as nuvens esvaíam se Os roncos do mar ouviam Cheiro o da rosa esse não Não é mais do meu agrado