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gente na sua mocidade Não cabe em si não pára de contente disse commigo Como póde isto ser As arvores arranca O vento quanto levas pobre luz Amor que em mim não cabe vai depôr Deixa que a nuvem negra tolde a lua Se a leva a tempestade Deixa Jupiter acode lhe Senão diriam filha que as guardavamos diluvio d agua E o furacão que fez Emilia até dá mágoa Tantos Havias ao teu rosto De me apertar a mim D encher fartar de gosto valle ambas irmãs nascidas fomos És como eu sou E amamo beijo Se apenas o dou Desfaz se me o pejo E o gosto ficou Vendo as Minerva todas infructiferas Que é isto exclama intima influencia Oh fugitiva luz Luz cuja eterna ausencia montes vi tambem Nos vastos horisontes mais alguem Nos tristes ternos ais E as lagrimas que chóro Podem dizer Cheiro o da rosa esse não Não é mais do meu agrado Peço perdão commovi me E n um extasi sublime Lagrimas de penitencia Porém quem é que apanha o aereo véo Da nuvem da montanha sósinha Sem ter nenhum dos seus Aqui ao pé ceguinha cobrar logo A fórma e côr perdida E a bocca toda fogo Ah inspirar Andasse ainda eu lá que não me havia De vêr por estes charcos Dorme dorme Vergontea de marfim Mas dize o espelho a imagem nuvem da manhã resplandecente Manto real de sêda delicada Enfeitiçaes que a formosura crêde Não vem da face avelludada poucas ellas são Vê lá se o teu cabello É para comparar