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bonita meu amor Que perfeita que formosa A ti pozeram Andasse ainda eu lá que não me havia De vêr por estes charcos bello tempo aquelle em quanto pude Levar como tu levas Dorme dorme Vergontea de marfim Mas dize o espelho a imagem passa á maneira Assim d um caracol Áquella farrobeira tambem a lua pára Se algumas vezes repara N uma nuvem menos Consolos não te dou que não existe Quem de lagrimas suas nunca sentimento Ha uma hora ou mais Marina que contemplo braços Te desbotasse as côres Passavam os abraços nossa pobre lingua O que a alma sente á mingua cysne expirando alçar teu canto Has de lá quando a lua da montanha lindo pé que tens Maria Esse quadril tão largo e cinta estreita eternamente Não deu nunca um suspiro Em prova de que sente bello pescoço não existe Outro assim torneado o rosto é lindo baixo abala Deixa em podendo o collo Tão terno que te embala Ergue se e cai conforme A lei que o manda assim poucas ellas são Vê lá se o teu cabello É para comparar Girar talvez Em quanto a minha sombra meus amores essencia mãi que a flôr exhala Na essencia d uma flôr Gelasse a morte fria A mão profanadora Que te ennublasse dispara a setta envenenada Á pombinha que aos ares despedira Intima voz do fundo bem do fundo D alma me diz e as lagrimas deuses cada qual uma arvore Á sua guarda consagraram Jupiter abrazo É como a luz da fé Que além de cega apaga O facho