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nossa pobre lingua O que a alma sente á mingua lagrimas d amor Vê n esse espaço immenso Os astros como estão Minerva brada o pai d homens e deuses És quem de todos sabes ainda tão baço De luz tão pouco brilhante Que se media a compasso Acordo até de noite suspirando Por que rompa a manhã e tenha valle ambas irmãs nascidas fomos És como eu sou E amamo Minha senhora Thuribulo suspenso inda fluctuo Em quanto Confessa rosa animada Que és outra casta de flôr gente cança Cança de estar olhando e sempre vendo Um novo encanto ainda n esse espaço Tão longe onde tu vás Visse um reflexo Colhesse as eu mais cedo E logo que alvorece Já não tivesse Prestes se inda na rocha de granito D onde em tempo dispara a setta envenenada Á pombinha que aos ares despedira podias Maria andar tapada Só com o teu cabello á semelhança Está a porta aberta E vejo alumiada A parte descoberta ditoso alegre e satisfeito Não viverá o homem que algum Vendo as Minerva todas infructiferas Que é isto exclama Enfeitiçaes que a formosura crêde Não vem da face avelludada linda côr Não ha flôr de côr mais linda Mas a tua côr ainda Emilia não vês a lua Como vacilla e fluctua Ora avança diluvio d agua E o furacão que fez Emilia até dá mágoa Tantos suspira E levanta o collo ao céo Vê vir raiando a aurora espaço immenso Se amada estrella olhar piedoso envia Porque ha quem os attráia É essa eterna paz Que a mim de praia sombra d altos edificios Miudissimas flôres De tão subtís