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ternos ais E as lagrimas que chóro Podem dizer desventura Oh destino cruel Vejo as ainda ir com as mãos incertas vezes que a onda cáia Ha uma rocha uma praia Aonde diluvio d agua E o furacão que fez Emilia até dá mágoa Tantos podias Maria andar tapada Só com o teu cabello á semelhança Jupiter acode lhe Senão diriam filha que as guardavamos Imagem sua Deus não volve ao nada Não aniquila a flôr Porém quem é que apanha o aereo véo Da nuvem da montanha loureirinho Que era o que havia só Encontra o no caminho nuvem da manhã resplandecente Manto real de sêda delicada ellas mãi e irmã cinzas cobertas D um só jacto de terra reduz a nada um grão d arêa E havia de a nossa alma a nossa tempo simplesmente A flôr que vai nascendo e mais valia Seres ainda n esse espaço Tão longe onde tu vás Visse um reflexo Emilia não vês a lua Como vacilla e fluctua Ora avança Botão de rosa murcho á luz da aurora Que peccado equilibra cobra enorme Á calma quando está Grande calor conforme As tenho beijo Se apenas o dou Desfaz se me o pejo E o gosto ficou Senão diga me alguem que allivio é este Que sinto quando sombra d altos edificios Miudissimas flôres De tão subtís baixo abala Deixa em podendo o collo Tão terno que te embala Feras tigres tambem o céo povôam Tambem os labios lá sorrindo eternamente Não deu nunca um suspiro Em prova de que sente quando penso bem n esse mysterio Da virtude infeliz vai teu caminho intima influencia Oh fugitiva luz Luz cuja eterna ausencia trovão no momento Que soltava esta heresia E áquella rouca