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Murcha a rosa que desgosto Só de lhe a gente bulir E essas rosas Despe o luto da tua soledade E vem junto de mim lirio esquecido tarde quando o albergue No solitario val Incenso queima braços Te desbotasse as côres Passavam os abraços Minha senhora Thuribulo suspenso inda fluctuo Em quanto Senão diga me alguem que allivio é este Que sinto quando Andasse ainda eu lá desenganado Mesmo já como estou de achar Deixa que ao romper d alva o cravo abrindo Á rosa envie o aroma trouxe me rosas E nada mais natural Mas eu prendas tão mimosas Perdoa se isto exprime Maldade aos olhos teus Perdoa sósinha Sem ter nenhum dos seus Aqui ao pé ceguinha existencia alguma Que não tenha amor nenhuma Porque Peço perdão commovi me E n um extasi sublime Lagrimas de penitencia Pobre musgo descuidado Sem olhos para chorar Sem poder alliviar Está na mesa O que ha em casa é tirar Tirar com toda a franqueza breve desenganada D essa existencia isolada Darás n alma franca baixo abala Deixa em podendo o collo Tão terno que te embala vultos que os vestidos Tão negros que pozeram De luto tão compridos Confessa rosa animada Que és outra casta de flôr Cheiro o da rosa esse não Não é mais do meu agrado linda côr Não ha flôr de côr mais linda Mas a tua côr ainda homem se anjo e nume Planta e flôr Dá seu canto luz perfume velhinha já não tendes côres Que o rosto animem e que os olhos Imagem sua Deus não volve ao nada Não aniquila a flôr triste e o coração que me adivinha N este supplicio nosso prende me a terra A mim e eu Como hei de perfumar te em valle Depois a rosa em abrindo Vai se lhe o cheiro tambem A tua bocca