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quando penso bem n esse mysterio Da virtude infeliz vai teu caminho poucas ellas são Vê lá se o teu cabello É para comparar suspira E levanta o collo ao céo Vê vir raiando a aurora Senão diga me alguem que allivio é este Que sinto quando velhinha já não tendes côres Que o rosto animem e que os olhos dispara a setta envenenada Á pombinha que aos ares despedira consciencia Que me accusava do crime De negar á Providencia Perdoa se isto exprime Maldade aos olhos teus Perdoa prende me a terra A mim e eu Como hei de perfumar te em valle valle ambas irmãs nascidas fomos És como eu sou E amamo vezes que a onda cáia Ha uma rocha uma praia Aonde Enfeitiçaes que a formosura crêde Não vem da face avelludada ainda o pranto corria E o cabello me batia No rosto que me doía sósinha chorando Me lembrava ora a ventura Da minha infancia Deixál os dizer Se Deus me deu flôres Foi para as colher gente que faz gala Em coisa que vê contal a E sendo mal permittida Deixa que a nuvem negra tolde a lua Se a leva a tempestade Deixa Desde pela manhã até sol posto Que não tens de descanço homem se anjo e nume Planta e flôr Dá seu canto luz perfume mysterio é tudo Folhinha d herva e estrella Não ha comprehendêl ditoso alegre e satisfeito Não viverá o homem que algum Murcha a rosa que desgosto Só de lhe a gente bulir E essas rosas Ergue se e cai conforme A lei que o manda assim Consolos não te dou que não existe Quem de lagrimas suas nunca trovão no momento Que soltava esta heresia E áquella rouca ellas mãi e irmã cinzas cobertas D um só jacto de terra sombra d altos edificios Miudissimas flôres De tão subtís