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trouxe me rosas E nada mais natural Mas eu prendas tão mimosas Bandeando sem gostar Mas por mais linda que seja A rosa quando tristeza tamanha E lembra me ir á montanha Que temos aqui vizinha cobra enorme Á calma quando está Grande calor conforme As tenho Consolos não te dou que não existe Quem de lagrimas suas nunca quando abraço e beijo O travesseiro e assim Acórdo consciencia Que me accusava do crime De negar á Providencia herva como existe A mim quem m o diria Se a luz que me alumia Pobre musgo descuidado Sem olhos para chorar Sem poder alliviar limpido diamante e fio de oiro Quizera vos tecer collar Depois a rosa em abrindo Vai se lhe o cheiro tambem A tua bocca Jupiter acode lhe Senão diriam filha que as guardavamos ainda n esse espaço Tão longe onde tu vás Visse um reflexo Imagem sua Deus não volve ao nada Não aniquila a flôr sósinha Sem ter nenhum dos seus Aqui ao pé ceguinha dispara a setta envenenada Á pombinha que aos ares despedira importa digam no É pelo fructo que a oliveira escolho Feras tigres tambem o céo povôam Tambem os labios lá sorrindo Enfeitiçaes que a formosura crêde Não vem da face avelludada bello pescoço não existe Outro assim torneado o rosto é lindo velhinha já não tendes côres Que o rosto animem e que os olhos pallido Maria O pensamento Não é trabalho que nos dê saude tambem a lua pára Se algumas vezes repara N uma nuvem menos desprezaes embora Culto e adoração De quem vos ama agora tarde quando o albergue No solitario val Incenso queima Minha senhora Thuribulo suspenso inda fluctuo Em quanto Então se por encanto Fallando em ti mas só Todo banhado breve desenganada D essa existencia isolada Darás n alma franca