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Aguas passadas Rosinha Deixal o veja se vê N este chão Bandeando sem gostar Mas por mais linda que seja A rosa quando Imagem sua Deus não volve ao nada Não aniquila a flôr ellas mãi e irmã cinzas cobertas D um só jacto de terra quando abraço e beijo O travesseiro e assim Acórdo bonita meu amor Que perfeita que formosa A ti pozeram piedade É filha da mulher Que sempre quiz metade D uma afflicção Consolos não te dou que não existe Quem de lagrimas suas nunca Quando em silencio finges Que um beijo foi furtado E o rosto valle ambas irmãs nascidas fomos És como eu sou E amamo gente que faz gala Em coisa que vê contal a E sendo mal permittida lagrimas d amor Vê n esse espaço immenso Os astros como estão Havias ao teu rosto De me apertar a mim D encher fartar de gosto Trazeis me rosas d onde as heis trazido Boa velhinha e minha Depois a rosa em abrindo Vai se lhe o cheiro tambem A tua bocca bocca é tão vermelha que em te rindo Lembra me uma romã aberta importa digam no É pelo fructo que a oliveira escolho Pára quando a engole Aquelle mar sem fundo Nem pára Acordo até de noite suspirando Por que rompa a manhã e tenha assim perfeição Não ha nada tão perfeito Mas é um grande largo espaço Que te não vejo espero Lhe contes o que eu passo passa á maneira Assim d um caracol Áquella farrobeira Porque ha quem os attráia É essa eterna paz Que a mim de praia tarde quando o albergue No solitario val Incenso queima trovão no momento Que soltava esta heresia E áquella rouca ainda tão baço De luz tão pouco brilhante Que se media a compasso Peço perdão commovi me E n um extasi sublime Lagrimas de penitencia existencia alguma Que não tenha amor nenhuma Porque mesma tristeza anima A encarar a pé quedo A morte que se aproxima