Générateur portugais de faux textes aléatoires

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  • Confessa rosa animada Que és outra casta de flôr
  • admira a mim que a crystallina Tão pura onda do mar que espelha
  • trovão no momento Que soltava esta heresia E áquella rouca
  • tarde quando o albergue No solitario val Incenso queima
  • Bemdito seja Deus Além n aquelle serro Parece que raspou
  • existencia alguma Que não tenha amor nenhuma Porque
  • Peço perdão commovi me E n um extasi sublime Lagrimas de penitencia
  • Vendo as Minerva todas infructiferas Que é isto exclama
  • Porém quem é que apanha o aereo véo Da nuvem da montanha
  • deuses cada qual uma arvore Á sua guarda consagraram Jupiter
  • Astros fio me em vós e Deus permitta Que os infelizes sempre
  • nuvem da manhã resplandecente Manto real de sêda delicada
  • Aquelle enorme tronco Quiz resistir depois Ouviu se um grande
  • vultos que os vestidos Tão negros que pozeram De luto tão compridos
  • tempo simplesmente A flôr que vai nascendo e mais valia Seres
  • bello tempo aquelle em quanto pude Levar como tu levas
  • Feras tigres tambem o céo povôam Tambem os labios lá sorrindo
  • Enfeitiçaes que a formosura crêde Não vem da face avelludada
  • abrazo É como a luz da fé Que além de cega apaga O facho
  • olhos só elles valem Duas estrellas bem vês Pois vozes
  • desprezaes embora Culto e adoração De quem vos ama agora
  • Perdoa se isto exprime Maldade aos olhos teus Perdoa
  • piedade É filha da mulher Que sempre quiz metade D uma afflicção
  • Despe o luto da tua soledade E vem junto de mim lirio esquecido
  • Dorme dorme Vergontea de marfim Mas dize o espelho a imagem
  • Minha senhora Thuribulo suspenso inda fluctuo Em quanto
  • tambem a lua pára Se algumas vezes repara N uma nuvem menos
  • ternos ais E as lagrimas que chóro Podem dizer
  • dispara a setta envenenada Á pombinha que aos ares despedira
  • sósinha chorando Me lembrava ora a ventura Da minha infancia
  • Senão diga me alguem que allivio é este Que sinto quando