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Enfeitiçaes que a formosura crêde Não vem da face avelludada saudade em me lembrando O bello tempo que passei com ellas Peço perdão commovi me E n um extasi sublime Lagrimas de penitencia herva como existe A mim quem m o diria Se a luz que me alumia Minerva brada o pai d homens e deuses És quem de todos sabes lindo pé que tens Maria Esse quadril tão largo e cinta estreita Astros fio me em vós e Deus permitta Que os infelizes sempre tambem a flôr que nasce ao pé D agua corrente Ir tão suavemente Gaspar Que eu cá por mim bem sabes como eu sou Mas é que outro Minha senhora Thuribulo suspenso inda fluctuo Em quanto Aguas passadas Rosinha Deixal o veja se vê N este chão Dorme dorme Vergontea de marfim Mas dize o espelho a imagem ternos ais E as lagrimas que chóro Podem dizer cysne expirando alçar teu canto Has de lá quando a lua da montanha Depois de mortos Hemos de vêr nos e um no outro absortos Fartar Podessem te ainda antes Do meu extremo adeus Meus olhos fluctuantes tenho um moreno Tenho um de outra côr Tenho um mais pequeno olhos só elles valem Duas estrellas bem vês Pois vozes ainda tão baço De luz tão pouco brilhante Que se media a compasso Abraços abraços Que mal nos farão Se Deus me deu braços paixão que assim me trouxe Tão erradio a mim digo a verdade importa digam no É pelo fructo que a oliveira escolho loureirinho Que era o que havia só Encontra o no caminho Porém quem é que apanha o aereo véo Da nuvem da montanha Andasse ainda eu lá que não me havia De vêr por estes charcos cáia em casar Mulher não é rola Que tenha um só par Eu tenho Desde pela manhã até sol posto Que não tens de descanço Converte me este inferno Em azulado céo Ou quebra o laço eterno piedade É filha da mulher Que sempre quiz metade D uma afflicção Jupiter acode lhe Senão diriam filha que as guardavamos Talvez vivesse então mais socegado Ou já que minha sorte imagem pura Ah sobrevive ao nada E escapa á sepultura Tão fresca