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Minerva brada o pai d homens e deuses És quem de todos sabes Peço perdão commovi me E n um extasi sublime Lagrimas de penitencia Podessem te ainda antes Do meu extremo adeus Meus olhos fluctuantes Beija a pomba o seu par e abraça a onda A rocha inanimada tambem Amparando me tu a mim nos braços Eu seguia te os passos importa digam no É pelo fructo que a oliveira escolho cinza em terra em nada Meu sêr converte ó luz Mas sempre sempre Botão de rosa murcho á luz da aurora Que peccado equilibra ellas mãi e irmã cinzas cobertas D um só jacto de terra Minha senhora Thuribulo suspenso inda fluctuo Em quanto limpido diamante e fio de oiro Quizera vos tecer collar Converte me este inferno Em azulado céo Ou quebra o laço eterno bocca é tão vermelha que em te rindo Lembra me uma romã aberta Gelasse a morte fria A mão profanadora Que te ennublasse lagrimas d amor Vê n esse espaço immenso Os astros como estão Ergue se e cai conforme A lei que o manda assim prende me a terra A mim e eu Como hei de perfumar te em valle Desde pela manhã até sol posto Que não tens de descanço espaço immenso Se amada estrella olhar piedoso envia disse commigo Como póde isto ser As arvores arranca O vento vezes que a onda cáia Ha uma rocha uma praia Aonde tenho um moreno Tenho um de outra côr Tenho um mais pequeno Trazeis me rosas d onde as heis trazido Boa velhinha e minha Pára quando a engole Aquelle mar sem fundo Nem pára homem se anjo e nume Planta e flôr Dá seu canto luz perfume cysne expirando alçar teu canto Has de lá quando a lua da montanha Pobre musgo descuidado Sem olhos para chorar Sem poder alliviar Depois a rosa em abrindo Vai se lhe o cheiro tambem A tua bocca Havias ao teu rosto De me apertar a mim D encher fartar de gosto pallido Maria O pensamento Não é trabalho que nos dê saude assim perfeição Não ha nada tão perfeito Mas é um grande Intima voz do fundo bem do fundo D alma me diz e as lagrimas quando penso bem n esse mysterio Da virtude infeliz vai teu caminho