Générateur portugais de faux textes aléatoires

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  • Perdoa se isto exprime Maldade aos olhos teus Perdoa
  • Intima voz do fundo bem do fundo D alma me diz e as lagrimas
  • sombra d altos edificios Miudissimas flôres De tão subtís
  • podias Maria andar tapada Só com o teu cabello á semelhança
  • eternamente Não deu nunca um suspiro Em prova de que sente
  • abrazo É como a luz da fé Que além de cega apaga O facho
  • Botão de rosa murcho á luz da aurora Que peccado equilibra
  • herva como existe A mim quem m o diria Se a luz que me alumia
  • quando abraço e beijo O travesseiro e assim Acórdo
  • reduz a nada um grão d arêa E havia de a nossa alma a nossa
  • linda côr Não ha flôr de côr mais linda Mas a tua côr ainda
  • Colhesse as eu mais cedo E logo que alvorece Já não tivesse
  • vultos que os vestidos Tão negros que pozeram De luto tão compridos
  • espaço immenso Se amada estrella olhar piedoso envia
  • Ólho as nuvens esvaíam se Os roncos do mar ouviam
  • Depois de mortos Hemos de vêr nos e um no outro absortos Fartar
  • Girar talvez Em quanto a minha sombra meus amores
  • vezes que a onda cáia Ha uma rocha uma praia Aonde
  • nuvem da manhã resplandecente Manto real de sêda delicada
  • Senão diga me alguem que allivio é este Que sinto quando
  • ainda n esse espaço Tão longe onde tu vás Visse um reflexo
  • velhinha já não tendes côres Que o rosto animem e que os olhos
  • dispara a setta envenenada Á pombinha que aos ares despedira
  • Talvez vivesse então mais socegado Ou já que minha sorte
  • Converte me este inferno Em azulado céo Ou quebra o laço eterno
  • Enfeitiçaes que a formosura crêde Não vem da face avelludada
  • ainda o pranto corria E o cabello me batia No rosto que me doía
  • Minerva brada o pai d homens e deuses És quem de todos sabes
  • tambem a flôr que nasce ao pé D agua corrente Ir tão suavemente
  • Jupiter acode lhe Senão diriam filha que as guardavamos
  • gente que faz gala Em coisa que vê contal a E sendo mal permittida
  • prende me a terra A mim e eu Como hei de perfumar te em valle
  • consciencia Que me accusava do crime De negar á Providencia
  • cobrar logo A fórma e côr perdida E a bocca toda fogo Ah inspirar
  • breve desenganada D essa existencia isolada Darás n alma franca