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  • Pára quando a engole Aquelle mar sem fundo Nem pára
  • Podessem te ainda antes Do meu extremo adeus Meus olhos fluctuantes
  • saudade em me lembrando O bello tempo que passei com ellas
  • velhinha já não tendes côres Que o rosto animem e que os olhos
  • Trazeis me rosas d onde as heis trazido Boa velhinha e minha
  • Deixa que ao romper d alva o cravo abrindo Á rosa envie o aroma
  • loureirinho Que era o que havia só Encontra o no caminho
  • intima influencia Oh fugitiva luz Luz cuja eterna ausencia
  • piedade É filha da mulher Que sempre quiz metade D uma afflicção
  • Imagem sua Deus não volve ao nada Não aniquila a flôr
  • nuvem da manhã resplandecente Manto real de sêda delicada
  • assim perfeição Não ha nada tão perfeito Mas é um grande
  • ainda tão baço De luz tão pouco brilhante Que se media a compasso
  • Confessa rosa animada Que és outra casta de flôr
  • Está na mesa O que ha em casa é tirar Tirar com toda a franqueza
  • tambem Amparando me tu a mim nos braços Eu seguia te os passos
  • linda voz nos sái dizendo As mimosas palavras que costuma Sente
  • existencia alguma Que não tenha amor nenhuma Porque
  • Porque ha quem os attráia É essa eterna paz Que a mim de praia
  • imagem pura Ah sobrevive ao nada E escapa á sepultura Tão fresca
  • gente que faz gala Em coisa que vê contal a E sendo mal permittida
  • cysne expirando alçar teu canto Has de lá quando a lua da montanha
  • gente cança Cança de estar olhando e sempre vendo Um novo encanto
  • consciencia Que me accusava do crime De negar á Providencia
  • largo espaço Que te não vejo espero Lhe contes o que eu passo
  • Pobre musgo descuidado Sem olhos para chorar Sem poder alliviar
  • reduz a nada um grão d arêa E havia de a nossa alma a nossa
  • montes vi tambem Nos vastos horisontes mais alguem Nos tristes
  • Deixál os dizer Se Deus me deu flôres Foi para as colher
  • Botão de rosa murcho á luz da aurora Que peccado equilibra
  • tambem a flôr que nasce ao pé D agua corrente Ir tão suavemente
  • poucas ellas são Vê lá se o teu cabello É para comparar
  • Gelasse a morte fria A mão profanadora Que te ennublasse
  • mysterio é tudo Folhinha d herva e estrella Não ha comprehendêl
  • bello tempo aquelle em quanto pude Levar como tu levas
  • Andasse ainda eu lá que não me havia De vêr por estes charcos
  • ainda o pranto corria E o cabello me batia No rosto que me doía
  • Enfeitiçaes que a formosura crêde Não vem da face avelludada
  • Ergue se e cai conforme A lei que o manda assim
  • cinza em terra em nada Meu sêr converte ó luz Mas sempre sempre
  • sombra d altos edificios Miudissimas flôres De tão subtís