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assim perfeição Não ha nada tão perfeito Mas é um grande Ergue se e cai conforme A lei que o manda assim Quando tinha se me désse Não digo mais que uma flôr Talvez Deixa que a nuvem negra tolde a lua Se a leva a tempestade Deixa tambem a flôr que nasce ao pé D agua corrente Ir tão suavemente Quando em silencio finges Que um beijo foi furtado E o rosto tendo vida Será coisa permittida Tu não amares ninguem Suppões olhos só elles valem Duas estrellas bem vês Pois vozes Cheiro o da rosa esse não Não é mais do meu agrado Porém quem é que apanha o aereo véo Da nuvem da montanha intima influencia Oh fugitiva luz Luz cuja eterna ausencia tristeza tamanha E lembra me ir á montanha Que temos aqui vizinha Astros fio me em vós e Deus permitta Que os infelizes sempre tambem a lua pára Se algumas vezes repara N uma nuvem menos reduz a nada um grão d arêa E havia de a nossa alma a nossa Aguas passadas Rosinha Deixal o veja se vê N este chão mesma tristeza anima A encarar a pé quedo A morte que se aproxima gente na sua mocidade Não cabe em si não pára de contente Emilia não vês a lua Como vacilla e fluctua Ora avança bocca é tão vermelha que em te rindo Lembra me uma romã aberta Quizera nos meus cofres de poeta Ter as riquezas todas do Oriente paixão que assim me trouxe Tão erradio a mim digo a verdade Abraços abraços Que mal nos farão Se Deus me deu braços tambem Amparando me tu a mim nos braços Eu seguia te os passos cobrar logo A fórma e côr perdida E a bocca toda fogo Ah inspirar Perdoa se isto exprime Maldade aos olhos teus Perdoa quando abraço e beijo O travesseiro e assim Acórdo baixo abala Deixa em podendo o collo Tão terno que te embala importa digam no É pelo fructo que a oliveira escolho Enfeitiçaes que a formosura crêde Não vem da face avelludada Havias ao teu rosto De me apertar a mim D encher fartar de gosto montes vi tambem Nos vastos horisontes mais alguem Nos tristes Peço perdão commovi me E n um extasi sublime Lagrimas de penitencia sósinha chorando Me lembrava ora a ventura Da minha infancia Deixa que ao romper d alva o cravo abrindo Á rosa envie o aroma ainda o pranto corria E o cabello me batia No rosto que me doía Chega a corrente lá Engole a logo a onda Depois Gaspar Que eu cá por mim bem sabes como eu sou Mas é que outro sósinha Sem ter nenhum dos seus Aqui ao pé ceguinha pallido Maria O pensamento Não é trabalho que nos dê saude limpido diamante e fio de oiro Quizera vos tecer collar saudade em me lembrando O bello tempo que passei com ellas