Générateur portugais de faux textes aléatoires

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  • Enfeitiçaes que a formosura crêde Não vem da face avelludada
  • tambem a lua pára Se algumas vezes repara N uma nuvem menos
  • reduz a nada um grão d arêa E havia de a nossa alma a nossa
  • Beija a pomba o seu par e abraça a onda A rocha inanimada
  • importa digam no É pelo fructo que a oliveira escolho
  • Andasse ainda eu lá que não me havia De vêr por estes charcos
  • Pára quando a engole Aquelle mar sem fundo Nem pára
  • Podessem te ainda antes Do meu extremo adeus Meus olhos fluctuantes
  • ainda o pranto corria E o cabello me batia No rosto que me doía
  • tenho um moreno Tenho um de outra côr Tenho um mais pequeno
  • vezes que a onda cáia Ha uma rocha uma praia Aonde
  • vultos que os vestidos Tão negros que pozeram De luto tão compridos
  • bocca é tão vermelha que em te rindo Lembra me uma romã aberta
  • Aguas passadas Rosinha Deixal o veja se vê N este chão
  • sentimento Ha uma hora ou mais Marina que contemplo
  • tempo simplesmente A flôr que vai nascendo e mais valia Seres
  • sombra d altos edificios Miudissimas flôres De tão subtís
  • Perdoa se isto exprime Maldade aos olhos teus Perdoa
  • Depois a rosa em abrindo Vai se lhe o cheiro tambem A tua bocca
  • imagem pura Ah sobrevive ao nada E escapa á sepultura Tão fresca
  • linda côr Não ha flôr de côr mais linda Mas a tua côr ainda
  • olhos só elles valem Duas estrellas bem vês Pois vozes
  • desventura Oh destino cruel Vejo as ainda ir com as mãos incertas
  • montes vi tambem Nos vastos horisontes mais alguem Nos tristes
  • Minha senhora Thuribulo suspenso inda fluctuo Em quanto
  • Ólho as nuvens esvaíam se Os roncos do mar ouviam
  • Deixál os dizer Se Deus me deu flôres Foi para as colher
  • andam a passar Do quarto onde acabaste Á casa de jantar Os vultos
  • cysne expirando alçar teu canto Has de lá quando a lua da montanha
  • suspira E levanta o collo ao céo Vê vir raiando a aurora
  • paixão que assim me trouxe Tão erradio a mim digo a verdade
  • Quando em silencio finges Que um beijo foi furtado E o rosto
  • Quizera nos meus cofres de poeta Ter as riquezas todas do Oriente
  • Dorme estatua de neve Vergontea de marfim Tocar que impio
  • trovão no momento Que soltava esta heresia E áquella rouca
  • Ergue se e cai conforme A lei que o manda assim
  • largo espaço Que te não vejo espero Lhe contes o que eu passo
  • nossa pobre lingua O que a alma sente á mingua
  • Feras tigres tambem o céo povôam Tambem os labios lá sorrindo
  • eternamente Não deu nunca um suspiro Em prova de que sente
  • tambem a flôr que nasce ao pé D agua corrente Ir tão suavemente
  • Prestes se inda na rocha de granito D onde em tempo
  • gente que faz gala Em coisa que vê contal a E sendo mal permittida
  • cáia em casar Mulher não é rola Que tenha um só par Eu tenho
  • quanto levas pobre luz Amor que em mim não cabe vai depôr
  • concebo Como Deus me creasse Para tormento eterno