Générateur portugais de faux textes aléatoires

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  • Senão diga me alguem que allivio é este Que sinto quando
  • sombra d altos edificios Miudissimas flôres De tão subtís
  • Talvez vivesse então mais socegado Ou já que minha sorte
  • Acordo até de noite suspirando Por que rompa a manhã e tenha
  • Girar talvez Em quanto a minha sombra meus amores
  • Deixa que ao espaço immenso os olhos lance O sol antes que expire
  • reduz a nada um grão d arêa E havia de a nossa alma a nossa
  • ternos ais E as lagrimas que chóro Podem dizer
  • Despe o luto da tua soledade E vem junto de mim lirio esquecido
  • Gelasse a morte fria A mão profanadora Que te ennublasse
  • Vendo as Minerva todas infructiferas Que é isto exclama
  • Gaspar Que eu cá por mim bem sabes como eu sou Mas é que outro
  • Deixa que a nuvem negra tolde a lua Se a leva a tempestade Deixa
  • eternamente Não deu nunca um suspiro Em prova de que sente
  • admira a mim que o sol monarcha De indisputavel throno e throno
  • mesma tristeza anima A encarar a pé quedo A morte que se aproxima
  • deuses cada qual uma arvore Á sua guarda consagraram Jupiter
  • linda côr Não ha flôr de côr mais linda Mas a tua côr ainda
  • limpido diamante e fio de oiro Quizera vos tecer collar
  • homem se anjo e nume Planta e flôr Dá seu canto luz perfume
  • quando penso bem n esse mysterio Da virtude infeliz vai teu caminho
  • podias Maria andar tapada Só com o teu cabello á semelhança
  • ainda n esse espaço Tão longe onde tu vás Visse um reflexo
  • ellas mãi e irmã cinzas cobertas D um só jacto de terra
  • Depois a rosa em abrindo Vai se lhe o cheiro tambem A tua bocca
  • Passavam os amores Oh não mil vezes antes No céo lá onde habitas
  • Bandeando sem gostar Mas por mais linda que seja A rosa quando
  • velhinha já não tendes côres Que o rosto animem e que os olhos
  • loureirinho Que era o que havia só Encontra o no caminho
  • Pára quando a engole Aquelle mar sem fundo Nem pára
  • sósinha Sem ter nenhum dos seus Aqui ao pé ceguinha
  • Astros fio me em vós e Deus permitta Que os infelizes sempre
  • tempo simplesmente A flôr que vai nascendo e mais valia Seres
  • Podessem te ainda antes Do meu extremo adeus Meus olhos fluctuantes
  • intima influencia Oh fugitiva luz Luz cuja eterna ausencia
  • Chega a corrente lá Engole a logo a onda Depois
  • largo espaço Que te não vejo espero Lhe contes o que eu passo
  • gente na sua mocidade Não cabe em si não pára de contente
  • Cheiro o da rosa esse não Não é mais do meu agrado
  • cinza em terra em nada Meu sêr converte ó luz Mas sempre sempre
  • abrazo É como a luz da fé Que além de cega apaga O facho
  • ainda o pranto corria E o cabello me batia No rosto que me doía
  • Ergue se e cai conforme A lei que o manda assim
  • nuvem da manhã resplandecente Manto real de sêda delicada
  • espaço immenso Se amada estrella olhar piedoso envia
  • suspira E levanta o collo ao céo Vê vir raiando a aurora
  • Converte me este inferno Em azulado céo Ou quebra o laço eterno