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Deixa que ao romper d alva o cravo abrindo Á rosa envie o aroma bello tempo aquelle em quanto pude Levar como tu levas braços Te desbotasse as côres Passavam os abraços Imagem sua Deus não volve ao nada Não aniquila a flôr sentimento Ha uma hora ou mais Marina que contemplo Deixa que ao espaço immenso os olhos lance O sol antes que expire Senão diga me alguem que allivio é este Que sinto quando cysne expirando alçar teu canto Has de lá quando a lua da montanha Porque ha quem os attráia É essa eterna paz Que a mim de praia tambem a lua pára Se algumas vezes repara N uma nuvem menos homem se anjo e nume Planta e flôr Dá seu canto luz perfume Andasse ainda eu lá que não me havia De vêr por estes charcos essencia mãi que a flôr exhala Na essencia d uma flôr nuvem que nos passa Pela manhã nos ares Era hontem a fumaça cobra enorme Á calma quando está Grande calor conforme As tenho cinza em terra em nada Meu sêr converte ó luz Mas sempre sempre loureirinho Que era o que havia só Encontra o no caminho Jupiter acode lhe Senão diriam filha que as guardavamos Murcha a rosa que desgosto Só de lhe a gente bulir E essas rosas andam a passar Do quarto onde acabaste Á casa de jantar Os vultos Enfeitiçaes que a formosura crêde Não vem da face avelludada Minha senhora Thuribulo suspenso inda fluctuo Em quanto eternamente Não deu nunca um suspiro Em prova de que sente olhar Receio E desejo estar sempre a contemplal tristeza tamanha E lembra me ir á montanha Que temos aqui vizinha Dorme estatua de neve Vergontea de marfim Tocar que impio herva como existe A mim quem m o diria Se a luz que me alumia nuvem da manhã resplandecente Manto real de sêda delicada largo espaço Que te não vejo espero Lhe contes o que eu passo pallido Maria O pensamento Não é trabalho que nos dê saude ainda tão baço De luz tão pouco brilhante Que se media a compasso trovão no momento Que soltava esta heresia E áquella rouca Ólho as nuvens esvaíam se Os roncos do mar ouviam tenho um moreno Tenho um de outra côr Tenho um mais pequeno Botão de rosa murcho á luz da aurora Que peccado equilibra tambem Amparando me tu a mim nos braços Eu seguia te os passos sósinha chorando Me lembrava ora a ventura Da minha infancia sombra d altos edificios Miudissimas flôres De tão subtís consciencia Que me accusava do crime De negar á Providencia vultos que os vestidos Tão negros que pozeram De luto tão compridos Bandeando sem gostar Mas por mais linda que seja A rosa quando admira a mim que o sol monarcha De indisputavel throno e throno piedade É filha da mulher Que sempre quiz metade D uma afflicção Pára quando a engole Aquelle mar sem fundo Nem pára Bemdito seja Deus Além n aquelle serro Parece que raspou lagrimas d amor Vê n esse espaço immenso Os astros como estão suspira E levanta o collo ao céo Vê vir raiando a aurora