Générateur portugais de faux textes aléatoires

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  • cáia em casar Mulher não é rola Que tenha um só par Eu tenho
  • sósinha chorando Me lembrava ora a ventura Da minha infancia
  • Talvez vivesse então mais socegado Ou já que minha sorte
  • Dorme dorme Vergontea de marfim Mas dize o espelho a imagem
  • Está na mesa O que ha em casa é tirar Tirar com toda a franqueza
  • desprezaes embora Culto e adoração De quem vos ama agora
  • Chega a corrente lá Engole a logo a onda Depois
  • disse commigo Como póde isto ser As arvores arranca O vento
  • Deixa que ao espaço immenso os olhos lance O sol antes que expire
  • Bandeando sem gostar Mas por mais linda que seja A rosa quando
  • homem se anjo e nume Planta e flôr Dá seu canto luz perfume
  • nossa pobre lingua O que a alma sente á mingua
  • Acordo até de noite suspirando Por que rompa a manhã e tenha
  • Ergue se e cai conforme A lei que o manda assim
  • bocca é tão vermelha que em te rindo Lembra me uma romã aberta
  • Passavam os amores Oh não mil vezes antes No céo lá onde habitas
  • saudade em me lembrando O bello tempo que passei com ellas
  • ainda n esse espaço Tão longe onde tu vás Visse um reflexo
  • desventura Oh destino cruel Vejo as ainda ir com as mãos incertas
  • diluvio d agua E o furacão que fez Emilia até dá mágoa Tantos
  • Emilia não vês a lua Como vacilla e fluctua Ora avança
  • Quizera nos meus cofres de poeta Ter as riquezas todas do Oriente
  • olhos só elles valem Duas estrellas bem vês Pois vozes
  • Trazeis me rosas d onde as heis trazido Boa velhinha e minha
  • Senão diga me alguem que allivio é este Que sinto quando
  • sósinha Sem ter nenhum dos seus Aqui ao pé ceguinha
  • essencia mãi que a flôr exhala Na essencia d uma flôr
  • bonita meu amor Que perfeita que formosa A ti pozeram
  • andas já presentida D essa voz que te convida A encetar
  • Aquelle enorme tronco Quiz resistir depois Ouviu se um grande
  • Pára quando a engole Aquelle mar sem fundo Nem pára
  • Quando em silencio finges Que um beijo foi furtado E o rosto
  • cobra enorme Á calma quando está Grande calor conforme As tenho
  • beijo Se apenas o dou Desfaz se me o pejo E o gosto ficou
  • baixo abala Deixa em podendo o collo Tão terno que te embala
  • Andasse ainda eu lá desenganado Mesmo já como estou de achar
  • importa digam no É pelo fructo que a oliveira escolho
  • Porém quem é que apanha o aereo véo Da nuvem da montanha
  • largo espaço Que te não vejo espero Lhe contes o que eu passo
  • trouxe me rosas E nada mais natural Mas eu prendas tão mimosas
  • Intima voz do fundo bem do fundo D alma me diz e as lagrimas
  • Gelasse a morte fria A mão profanadora Que te ennublasse
  • Andasse ainda eu lá que não me havia De vêr por estes charcos
  • intima influencia Oh fugitiva luz Luz cuja eterna ausencia
  • gente na sua mocidade Não cabe em si não pára de contente
  • nuvem que nos passa Pela manhã nos ares Era hontem a fumaça
  • admira a mim que o sol monarcha De indisputavel throno e throno